15/06/2013

Decisões


Um dia decidi que ia mudar a minha vida.
Para melhor ou pior, não sabia, mas tinha que fazer algo. Porque às vezes ficar só assim à espera que algo aconteça, não dá.
Decidi mudar de casa.
Num país com problemas graves de logística e quase só, foi uma luta. Muito trabalhinho!
Depois decidiram que a minha vida professional também deveria mudar.
E do nada a ideia da vida como a vivia até aí mudou completamente.
E eu não vou baixar os braços.
Vou deixar a vida levar-me mas vou lutar, porque os meus sonhos também têm que dar certo um dia.

13/06/2013


10/06/2013



Dizem que a minha princesa II já sorri.
Quem é a b...a que decidiu emigrar e perder tudo isto?

09/06/2013


07/06/2013

Hoje é o teu dia, avózinha ♡



Um beijinho pra ti.
Miss u

06/06/2013

05/06/2013

A minha princesa II



Como tia prendada ando entusiasmadíssima a fazer um vestidinho para a minha sobrinha.
Provavelmente só uns olhos com amor poderão achar que faço um bom trabalho, mas é uma forma de participar na vida da família a milhares de kms de distância.

03/06/2013

02/06/2013

O cacimbo voltou

Voltaram os dias cinzentos, tristes e mornos.
O céu azul fica escondido por detrás de um nevoeiro alto até Setembro.
As temperaturas são "primaveris".

01/06/2013

Coragem

"Coragem, às vezes, é desapego. É parar de esticar, em vão, para trazer a linha de volta. É permitir que voe sem que nos leve junto. É aceitar que a esperança há muito se desprendeu do sonho. É aceitar doer inteiro até florir de novo. "

31/05/2013

Férias programadas com antecedência?

No Natal também já volto a casa.
Provavelmente com a mala vazia.
Mas um dia irei com as malas cheias. Ou deixo tudo para trás e recomeço a vida de novo.

29/05/2013

As férias

Já tenho bilhete de partida para as próximas férias.
Aguardando ansiosamente.

28/05/2013


De volta à luta

Depois de uma semana de férias em "contra-relógio" voltei à luta.
Cada vez mais se torna difícil deixar Portugal. Quando cheguei a Luanda falaram-me que muitos expatriados desistiam ao fim de 5 anos ( que pareciam 10) e começo a sentir isso. Já passaram 4 e 1/2.
Mas dadas as férias prolongadas do ano passado, este é o ano para trabalhar. Ou antes, o ano de ganhar $ ( o trabalho está implícito).
Actualmente estou a trabalhar em áreas que gosto mais, me realizam mais e no final do 1o semestre já tenho os objectivos previstos para o ano assegurados.
Com sorte e muito esforço, mas acredito que a nível profissional será um bom ano.
Não fora lá pela tuga nos terem tirado o tapete e poderia estar a planear o regresso.
Está no horizonte e já não é uma miragem.

20/05/2013

There's nothing like home

A minha sobrinha é o MÀXIMO!
A irmã dela também é o orgulho da tia.
Adoro a minha família.
È tão bom estar em casa.

14/05/2013

13/05/2013


12/05/2013


10/05/2013





Partiu uma pessoa que me era muito querida.
Uma guerreira, que sofreu muito, mas mesmo assim mas era raro perder o sorriso que iluminava com o brilho dos olhos cor de mar.
Partiu mas ficará sempre no meu coração.
Que descanse em paz


 

05/05/2013

As mães da minha vida

Na minha família somos privilegiados.
Por diversas razões, entre as quais as fantásticas mulheres que foram e são as mães da famílias.
Conheci uma bisavó guerreira, que criou 4 homens com H grande. Que ajudou a família nos negócios e ajudou a criar netos e bisnetos.
Tive uma avó lutadora, mais forte e valente que muitos homens. Que aguentou uma vida dura como filha, a quem não deram oportunidade de estudar pelo facto de ser mulher. Criou à volta dela uma das famílias mais unidas que conheço, 2 Homens e 2 Mulheres com um espiríto trabalhador, lutador , de respeito, de que me orgulho.
Para sempre levarei comigo muitos dos conselhos que ela me deu e os bons momentos que passamos juntas. Porque também ela tomou conta e educou os netos.
E aturou o meu avô (que é uma tarefa bem dificil).
A minha mãe é um orgulho. A mãe que qualquer pessoa quer ter.
Amiga, companheira.
Ela está sempre disponível para as filhas ( e é um pouco mãe de alguns primos, tios e até do meu pai). No fundo ela toma um pouco conta de todos nós. É a pessoa que sempre sabemos que está lá para nós. E é tão bom.
Fico muito feliz que as netas dela tenham a sorte de ser um pouquinho filhas dela também.
E a minha irmã, a mamã mais recente. Que foi obrigada a ser adulta precocemente, por ser mãe também, que "cresceu" muito, tem uma família linda, e tem agora a oportunidade de desfrutar maternidade de uma outra forma.
Parabéns a todas. São umas heroínas. As minhas.

Saudades.....

"Eu acredito em amor à primeira vista.
Porque eu amo a minha mãe desde que abri os olhos pela 1ª vez."

 

04/05/2013


03/05/2013

01/05/2013



29/04/2013

Devia estar de férias


Tinha planeado visitar a família esta semana.
Porque a família está em festa e eu queria estar com eles.
A Princesinha chegou, o tio regressou a casa.
Mas nem sempre a razão está junto do coração, e nestes dias tenho que ficar.
Mas custa pra caraças.
Espero que esteja para breve. Quero o colinho da mamã, os xi's do pai, dos tios, avós. E muito mimo da minha maninha e das suas duas princesas: da bebé e da que já está uma mulher, a Minha Princesa crescida.

22/04/2013

Sou uma tia babada



A princesinha já chegou.
Dizem que é linda, fofinha, sossegadinha, rosadinha.
A tia está triste porque ainda não a pôde ver, mas trá-la no coração.
E está muito feliz pela felicidade dos papás, da Maria, dos avós e de todos os que nos querem bem.
 

19/04/2013

Para ti, a única pessoa que me disse: eu estou deste lado


Obrigada.
Por seres a pessoa especial que és.
Por, longe ou perto, estares sempre comigo.

18/04/2013

A dúvida

Quem são vocês que estão aí desse lado?
Quem me acompanha nesta vida na diáspora?
Podem só escrever um comentário? Prometo que não publíco.
Sei que há quem venha saber de mim quase diáriamente.
Quem passa aqui de vez em quando.
Queria sentir-vos mais próximos.


a minha terra há uns anos atrás


Parabéns, maninha



Como que queria dar-te um xi-coração neste dia.
Fecha só os olhos e  faz de conta que eu estou aí contigo.
um beijinho e um xi apertadinho
 

17/04/2013

14/04/2013

13/04/2013

Guerreira


 
Nos últimos anos tenho sentido uma especial atracção para fazer parcerias com sacanas.
Profissionalmente entre os exploradores, os maluqinhos da cabeça, os bandidos e os filhos da "mãezinha", tem-me aparecido de tudo.
As pessoas têm a tendência de achar que o defeito é sempre dos outros, mas eu juro que no meu caso não há outra hipótese. É mesmo deles.
Eu trabalho, desbobro-me, luto. Entro nas parcerias para o sucesso.
Eles não aproveitam com cabecinha, tentam aproveitar-se e quando eu me sinto explorada e enganada quem se aproveita sou eu.
Posso perder, mas alguém tem perdido sempre mais que eu.
Temos pena!
 
 

09/04/2013

Um Jornal de Angola

Nesta pequena nota, publicada no principal Jornal distribuído em Angola, encontramos um detalhe que demonstra o apreço que têm pelos portugueses.
Algo subtil, mas que demonstra que a culta é "deles". Dos técnicos portugueses.
Não uns técnicos "quaisquer"!
Coloca-se a dúvida: se eles se têm mostrado incapazes, porque não contratam técnicos angolanos?
Provavelmente é isso que a Administração Angolana do Jornal está a fazer, já que referem que estão a fazer tudo para resolver o problema.
 
 
 
 

07/04/2013

Um dia paro de adiar


Sinto tantas saudades das aulas de Yoga.
Ando a adiar há várias semanas a passagem pelo ginásio onde tenho que deixar uma pequena fortuna para recomeçar.
 

03/04/2013


02/04/2013

A dieta



Um quilito já foi à vida dele.
Mas ando desconsoladinha, isso ando. Fomeca não passo, porque como pelo menos de 3 em 3 horas, mas eu sou gulosa e faz-me falta a "confort food" ao jantar, depois dos dias desgastantes de Luanda.
Era tudo mais fácil se voltasse a praticar desporto, mas e tempo?

31/03/2013

O que acontece quando vives no estrangeiro

"A very dependable feature of people who live abroad is finding them huddled together in bars and restaurants, talking not just about their homelands, but about the experience of leaving. And strangely enough, these groups of ex-pats aren’t necessarily all from the same home countries, often the mere experience of trading lands and cultures is enough to link them together and build the foundations of a friendship. I knew a decent amount of ex pats — of varying lengths of stay — back in America, and it’s reassuring to see that here in Europe, the “foreigner” bars are just as prevalent and filled with the same warm, nostalgic chatter.
But one thing that undoubtedly exists between all of us, something that lingers unspoken at all of our gatherings, is fear. There is a palpable fear to living in a new country, and though it is more acute in the first months, even year, of your stay, it never completely evaporates as time goes on. It simply changes. The anxiousness that was once concentrated on how you’re going to make new friends, adjust, and master the nuances of the language has become the repeated question “What am I missing?” As you settle into your new life and country, as time passes and becomes less a question of how long you’ve been here and more one of how long you’ve been gone, you realize that life back home has gone on without you. People have grown up, they’ve moved, they’ve married, they’ve become completely different people — and so have you.
It’s hard to deny that the act of living in another country, in another language, fundamentally changes you. Different parts of your personality sort of float to the top, and you take on qualities, mannerisms, and opinions that define the new people around you. And there’s nothing wrong with that; it’s often part of the reason you left in the first place. You wanted to evolve, to change something, to put yourself in an uncomfortable new situation that would force you to into a new phase of your life.
So many of us, when we leave our home countries, want to escape ourselves. We build up enormous webs of people, of bars and coffee shops, of arguments and exes and the same five places over and over again, from which we feel we can’t break free. There are just too many bridges that have been burned, or love that has turned sour and ugly, or restaurants at which you’ve eaten everything on the menu at least ten times — the only way to escape and to wipe your slate clean is to go somewhere where no one knows who you were, and no one is going to ask. And while it’s enormously refreshing and exhilarating to feel like you can be anyone you want to be and come without the baggage of your past, you realize just how much of “you” was based more on geographic location than anything else.
Walking streets alone and eating dinner at tables for one — maybe with a book, maybe not — you’re left alone for hours, days on end with nothing but your own thoughts. You start talking to yourself, asking yourself questions and answering them, and taking in the day’s activities with a slowness and an appreciation that you’ve never before even attempted. Even just going to the grocery store — when in an exciting new place, when all by yourself, when in a new language — is a thrilling activity. And having to start from zero and rebuild everything, having to re-learn how to live and carry out every day activities like a child, fundamentally alters you. Yes, the country and its people will have their own effect on who you are and what you think, but few things are more profound than just starting over with the basics and relying on yourself to build a life again. I have yet to meet a person who I didn’t find calmed by the experience. There is a certain amount of comfort and confidence that you gain with yourself when you go to this new place and start all over again, and a knowledge that — come what may in the rest of your life — you were capable of taking that leap and landing softly at least once.
But there are the fears. And yes, life has gone on without you. And the longer you stay in your new home, the more profound those changes will become. Holidays, birthdays, weddings — every event that you miss suddenly becomes a tick mark on an endless ream of paper. One day, you simply look back and realize that so much has happened in your absence, that so much has changed. You find it harder and harder to start conversations with people who used to be some of your best friends, and in-jokes become increasingly foreign — you have become an outsider. There are those who stay so long that they can never go back. We all meet the ex-pat who has been in his new home for 30 years and who seems to have almost replaced the missed years spent back in his homeland with full, passionate immersion into his new country. Yes, technically they are immigrants. Technically their birth certificate would place them in a different part of the world. But it’s undeniable that whatever life they left back home, they could never pick up all the pieces to. That old person is gone, and you realize that every day, you come a tiny bit closer to becoming that person yourself — even if you don’t want to.
So you look at your life, and the two countries that hold it, and realize that you are now two distinct people. As much as your countries represent and fulfill different parts of you and what you enjoy about life, as much as you have formed unbreakable bonds with people you love in both places, as much as you feel truly at home in either one, so you are divided in two. For the rest of your life, or at least it feels this way, you will spend your time in one naggingly longing for the other, and waiting until you can get back for at least a few weeks and dive back into the person you were back there. It takes so much to carve out a new life for yourself somewhere new, and it can’t die simply because you’ve moved over a few time zones. The people that took you into their country and became your new family, they aren’t going to mean any less to you when you’re far away.
When you live abroad, you realize that, no matter where you are, you will always be an ex-pat. There will always be a part of you that is far away from its home and is lying dormant until it can breathe and live in full color back in the country where it belongs. To live in a new place is a beautiful, thrilling thing, and it can show you that you can be whoever you want — on your own terms. It can give you the gift of freedom, of new beginnings, of curiosity and excitement. But to start over, to get on that plane, doesn’t come without a price. You cannot be in two places at once, and from now on, you will always lay awake on certain nights and think of all the things you’re missing out on back home."

Muito verdade.

Retirado daqui:

http://thoughtcatalog.com/2012/what-happens-when-you-live-abroad/

30/03/2013

Boa Páscoa



Beijinhos para a família toda, em especial para a minha afilhadinha.
Beijinhos para as amigas e os amigos.
Saudades

28/03/2013


27/03/2013

Se não fosse o serviço nacional de saúde também eu não estaria aqui há muito tempo


Se não fosse o NHS — o sistema de saúde do Reino Unido, onde nasceram, muito prematuramente, as minhas filhas — elas não teriam sobrevivido. Elas devem a vida ao NHS. E eu devo-lhe o amor e a alegria de conhecer a Sara e a Tristana, para não falar no meu neto, António, igualmente devedor, mais as netas e netos que aí vêm. Se não fosse o SNS (Serviço Nacional de Saúde) eu teria morrido em 2005, com uma hepatite alcoólica causada unicamente por culpa minha. Seria também coxo, quando me deram uma prótese para anca. E, sobretudo, teria morrido, se o SNS não me tivesse dado o antibiótico caríssimo (Linozelid) que me salvou do MRSA assassino que me infectou durante a operação.
Se não fosse o SNS, a Maria João, o meu amor, estaria morta.
Se não fossem o IPO e o Hospital de Santa Maria, pagos pelo SNS, ela não estaria viva, por duas vezes.

Sem a NHS e o SNS, eu seria um morto, sem mulher, filhas ou netos. Estaríamos todos mortos ou condenados à inexistência.
Não é difícil chegar à conclusão, atingida desde os meus dezanove anos, de que as melhores ideias de todas são a social democracia e o Estado-providência: não tanto no sentido ideológico como na prática.
A nossa família e as nossas famílias só existem e podem existir se não tiverem morrido. Damos graças aos serviços nacionais de saúde — a esse empenho ideológico e caríssimo — que nos tratam como se fizéssemos parte deles.
Devemos as nossas vidas a decisões políticas tomadas por outros.

Crónica Miguel Esteves Cardoso em Jornal Público 23 de Março de 2013

retirado daqui http://www.publico.pt/jornal?criteriosString=date:20130323.fonteDadosId:JORNAL%7CJornal%20do%20Dia.fonteDadosId:TAGS%7COPINI%C3%83O
 

25/03/2013

22/03/2013

Já é 6ª feira?


Eu adoro não fazer nada. Ser preguiçosa, dondoca. Mesmo.
Mas também adoro quando o trabalho me dá prazer. Eu sei que é burrice, mas é tão bom não querer que chegue o fim de semana.

21/03/2013

20/03/2013

Com o patrocínio Michelin



A gulosa andou a exagerar nos últimos 6 meses.
Um desperdício, é o que é!
A máxima "comer para viver e não comer para viver" não fazia partes dos meus dias.
E o pneu Michelin instalou-se e não há meio de se ir.
Tenho que poupar nos jantarinhos e no supermercado e diminiuir as porções no prato Isto se quero ir passear no Verão tuga sem o tal do pneu. E se quero que os meus vestidinhos frescos me voltem a servir.
Não são muitos kilos, mas dado que não tenho tempo para o desporto, tenho mesmo, mesmo, que reduzir no pratinho.
É que já não vou pra nova e cada vez vai ser mais difícil perder e manter o peso.
O dia D foi na 2ª feira.
Até agora vou-me aguentando bem durante o dia. Mas à noite é um desconsolo. Mas um desconsolo tão grande.
A gula é mesmo um pecado bom, bolas!
Vamos ver se me aguento nisto até ao Verão.

18/03/2013

The end

If the world were to end tomorrow, what would you do today?

16/03/2013


14/03/2013

A vida deu-me uma segunda oportunidade


Eu, durona, sempre fiz tudo o que podia e não pensava nem me deixava abater muito pelas limitações que tinha.
Sabia que tinha que aproveitar o máximo da vida, antes que chegassem a limitações maiores, que a insuficência cardiaca me obrigasse a parar ou abrandar.
Tentava não pensar muito no que tinha deixado de poder fazer para manter a qualidade de vida por mais tempo.
Mas eu sabia.
Sabia que um dia não poderia mais fazer as actividades rotineiras. Que cada dia o meu corpo se ia ressentir mais que uma pessoa normal, até que tivesse que ficar confinada a um espaço e a movimentos com pouco esforço.
Esse futuro não estava tão longe como o de qualquer outra pessoa.
Tinha uma doença crónica.
Tinha que aproveitar para fazer o tal "pé de meia", organizar a minha vida a pensar nesse dias.
Sentia o futuro com apreenção.
Mas a vida deu-me uma segunda oportunidade.
A cirurgia resolveu grande parte do problema, e o meu corpo poderia regenerar o restante.
Passou um ano.
Tive a confirmação que está tudo bem. O meu coração recuperou. Está normal.
Poderei dizer que estou curada?
Hoje tudo está a funcionar normalmente. Acho que é isso que se diz: curada.
Agora posso olhar para o futuro com outro ânimo.
E quando o destino nos dá uma segunda oportunidade não a devemos desperdiçar.
Eu não quero. Quero aproveitar tudo de bom que a vida tem para mim.
Como diz uma amiga, das amigas do coração "porque toda a gente merece, mas tu mereces MESMO".



13/03/2013

12/03/2013

Back to war

De volta a Luanda.
Exausta depois de uma noite a voar e inicio de semana cheia de trabalho, voltei à maluqueira que é ter dois empregos (ou mais).
A trabalhar mais de 12 horas por dia, para compensar as férias.
A brincar, estive de férias em Dez/ Jan.
Mais uns dias no início de Fevereiro.
Mais uma semana no início de Março.
E no final de Abril/início de Maio volto a parar.
Parar de trabalhar, porque descanso, descanso, nem vê-lo!
As forças vou buscar no fundinho de tudo.
Mas sou mais feliz assim, já que doutra forma está difícil.

09/03/2013

A vida é dura

Semana maluca.
Sem descanso.
Uma luta constante.
A saúde em primeiro lugar. Comigo tudo ok.
A família. Todos juntos e pensamento positivo para que a recuperação do tio Z seja rápida e com bons resultados.
O trabalho a correr bem. Muito, que é o que precisamos.
A mala pronta para partir.
E o coração? Vai comigo, mas pequenino e apertadinho. Vai sobrevivendo nesta vida dura, mas está quase tão duro quanto ela.

03/03/2013


02/03/2013



Não gosto do Inverno

01/03/2013

Uma pausa....

Depois de 15 dias de trabalho duro, Muito Duro, mais uma pausa.
Desta feita voo pra casa. Volto para o miminho da família numa visita curta.
No aeroporto centenas, várias centenas, de tugas partem comigo.
Uma confusão inesperada para a época. As revistas à bagagem para saber se levamos mais $ que devido, são mais profundas que o habitual.
Estes expatriados ou emigrantes, que lutam pela vida e ajudam quem ficou em Portugal, não têm vida fácil aqui.
E lá na terrinha não nos ajudam. Os processos e notícias contra estes dirigentes certamente que não nos é positiva.
Porque insistem em ser os polícias do mundo, quando necessitamos tanto deste país?
Podiam parar de criar problemas?
Porque para muitos, não há plano B. Só há este.